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Marcus Vinícius
Rio de Janeiro - Na verdade eu deveria perguntar: por que eu amo a Bispa Ana? Seria uma pergunta melhor.
Porque a gama de respostas também seria incrivelmente maior e melhor.
Entre tantas posso por exemplo citar o dia em que ela me honrou muito permitindo que eu pregasse no culto dela, lá no Teatro da Barra, há muitos anos atrás. E ela assistiu sentada e me parabenizou.
Eu também poderia dizer que a amo porque com ela aprendi a chorar pela razão correta. E a sorrir pelo mesmo motivo. Suas palavras, seu carinho, sua exortação, seu abraço, me ensinam a ser um ser humano mais completo. Quando estou com ela, em reuniões de trabalho, sem a mística do púlpito, ou da palestrante de peso, me admiro de sua sincera e profunda humildade. [...]
Todas estas coisas me fazem amar o ministério desta extraordinária pastora.
Uma mulher de fé, corajosa e sincera. Que me acolheu em um momento de profunda dor e me ajuda a caminhar o caminho. Obrigado por seu carinho e por suas orientações. E por sempre acreditar naqueles que estão perto de você.
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